segunda-feira, 21 de agosto de 2017

O protesto justo. Mas acima de tudo responsável.



Todo protesto é um instrumento de que lançamos mão para chamarmos a atenção das autoridades. Hoje em Bacabeira foi um dia assim. Que uma parcela da população, em parte pais de família, desempregados, em busca de uma oportunidade de emprego para garantir acima de tudo, o sustento da família.

Sabemos que o Consórcio Aterpa-Serveng é a empresa responsável pelo primeiro trecho da duplicação da BR 135, da cabeceira da ponte de estiva até a sede do município. Assim, a voz das ruas hoje foi de indignação.

Ciente disso, a vereadora Kellyane não foi para o centro da polêmica. Mas sim foi até o centro que pode trazer informações úteis e necessárias para saber de verdade o que realmente está acontecendo.



Então, a vereadora esteve no Dnit reunida com representantes do órgão e do consórcio, para saber deles diretamente como está funcionando esta questão principal que é a contratação de mão de obra local, dos moradores da cidade na obra.

Buscando uma resposta, Kellyane conversou com Gerardo o superintendente do Dnit e com Alan Lopes, chefe de projetos. Ambos afirmaram a vereadora que até agora foram chamadas 135 pessoas e que 70 delas, são de Bacabeira. Está havendo uma espécie de  janela, o consórcio tem que utilizar a janela seca até dezembro e eles devem entregar o replanejamento da obra até sexta-feira agora.



A contratação da mão de obra é feita pelas pessoas cadastradas no Sine. E lá o consórcio observa também a questão da qualificação da mão de obra pretendida e, só não são chamadas as pessoas da localidade quando elas não atendem as exigências da mão de obra necessária. Aí é inevitável que chamemos outras pessoas de outros lugares. Assim afirmou o Alan Lopes.

Foi feito o demonstrativo para a vereadora, tanto pelo Alan Lopes, como pelo senhor Gerardo que, "as contratações são feitas consoante o andamento da obra. De acordo com o fluxo da necessidade. E da mão de obra que se precisa para aquele momento da execução. Não são feitas contratações sem um critério de necessidade. Sabemos que o momento é dificuldade, de escassez da falta de emprego. Mas tudo que pudermos fazer para ajudar Bacabeira, principalmente na questão da mão de obra, nós faremos". Relatou o senhor Gerardo, superintendente do Dnit.

Kellyane saiu da reunião ciente de que os trabalhadores de Bacabeira terão e deverão ter prioridade sim. E que a obra, o andamento dela é que dirá quanto possível será de mão de obra local para atender as necessidades do projeto da duplicação. Vamos aguardar e cobrar sempre. Disse a vereadora.


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